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Preso por furtar calcinhas da vizinha, jovem choca PM com vídeos de estupro de crianças no celular em Patos de Minas

O suspeito, de 26 anos, confessou o furto, mas negou ser o homem que aparece nos vídeos de abuso, alegando tê-los encontrado na internet

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Uma ocorrência sobre o furto de calcinhas em um apartamento no bairro Laranjeiras, em Patos de Minas, revelou um crime muito mais grave e chocante na noite desta quarta-feira (05). Um jovem de 26 anos, preso por invadir a casa da vizinha, foi flagrado com vídeos de abuso sexual infantil em seu celular, incluindo imagens de uma menina e de um bebê de colo.

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Tudo teria começado quando a vizinha do suspeito percebeu que suas peças íntimas estavam desaparecendo. Desconfiada, ela decidiu instalar uma câmera de segurança dentro de casa e conseguiu flagrar o vizinho entrando em seu apartamento. Com as imagens em mãos, ela acionou a Polícia Militar.

Os policiais foram até o endereço do suspeito, que acabou confessando o furto das calcinhas. Na casa dele, foram encontradas algumas das peças íntimas da vítima e um pen-drive que também pertencia a ela. Durante a abordagem, no entanto, os militares perceberam que o celular do jovem estava aberto, exibindo cenas de sexo explícito, o que levou a uma verificação mais detalhada.

Segundo o Tenente Luiz Paulo, da Polícia Militar, o que foi encontrado no aparelho é repugnante. “Ao verificar mais de perto, os policiais tiveram acesso a um vídeo de uma menina, que não tem mais do que seis anos, sendo levada a fazer sexo oral em um adulto com características parecidas com as do suspeito. Também foi encontrado um vídeo de um bebê de colo sofrendo abuso sexual”, relatou o tenente.

Questionado sobre as imagens, o rapaz teria negado ser o autor dos abusos, afirmando que encontrou os vídeos na internet. Ele foi preso em flagrante e conduzido para a Delegacia de Plantão. Os dois celulares do jovem foram apreendidos para que a Polícia Civil possa dar continuidade às investigações e tentar identificar as vítimas e a origem do material.

Vale ressaltar que o simples ato de armazenar imagens de abuso sexual de crianças e adolescentes já configura crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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