O Projeto de Lei que visava proibir a alimentação de pombos em ambientes públicos na cidade de João Pinheiro foi aprovado em 2º turno e seguirá, agora, para sanção do prefeito municipal. O JP Agora conversou com o autor do projeto, Vereador Cabo Vieira, que comemorou a aprovação em prol da saúde dos moradores da cidade, principalmente das crianças que estavam expostas aos perigos que as fezes das aves representam.
Vieira ressaltou, mais uma vez, que o intuito do projeto é o remanejamento das aves, ou seja, provocar a migração da população que se acostumou a se alimentar nas praças para locais mais propícios, longe do centro urbano.
“O intuito é que essas aves procurem outros locais para buscar alimento e diminua, assim, a circulação da população dessas aves, principalmente próximo a escolas e pontos de saúde como laboratórios e hospitais” ressaltou.
O vereador destacou que a iniciativa já deu certo em outras cidades que adotaram a mesma postura, mas ressaltou que as aves vão demorar um pouco a deixarem as praças.
“A lei vai surtir efeito a médio e longo prazo vamos perceber a diminuição dessas aves sem agredi-las, de forma que possamos respeitá-las e que possam buscar alimentos em locais próprios a elas. Estamos tentando minimizar impactos futuros, doenças que ficam alojadas nas fezes dos pombos. Esperamos que a população compreenda que os pombos não vão desaparecer da noite para o dia, mas sem dúvida irão diminuir gradativamente. Pedimos, ainda, a cooperação da população para que denunciem quem eventualmente reincidir na prática” pontuou Cabo Vieira.
Caso a lei seja sancionada pelo Prefeito Edmar Xavier, a alimentação de pombos estará proibida na cidade de João Pinheiro. Aqueles que descumprirem estarão sujeitos ao pagamento de multa imposta pela vigilância sanitária. Cabo Vieira aproveitou a oportunidade para pedir que a população denuncie quem, eventualmente, descumpra a determinação legal. O vereador se comprometeu, ainda, a lavar a praça acompanhado por voluntários no dia seguinte à sanção do chefe do executivo.
O JP Agora seguirá acompanhando o caso.
