O caso do estupro de uma garotinha supostamente ocorrido no distrito de Luizlândia do Oeste (JK), município de João Pinheiro, em novembro sofreu mais uma reviravolta. Semanas após o suspeito entrar em contato com o JP Agora para acusar o pai da criança de armação, o laudo pericial realizado na criança apontou que não houve ruptura do hímen e, por conta disso, restou inconclusivo a respeito da conjunção carnal. Por conta disso, a justiça indeferiu a prisão preventiva de Marcos Vinícius.
A história se iniciou no dia 22 de novembro quando o pai da criança chamou a polícia para relatar que sua filha havia sido estuprada. Na época, o homem contou à polícia que Marcos Vinícius tinha acesso à sua residência e teria aproveitado que sua filha teria ficado sozinha em casa para abusar sexualmente dela. O caso revoltou a comunidade de JK e várias pessoas se manifestaram nas redes sociais.
Em seguida, no início de dezembro, o suspeito de ter abusado sexualmente da criança entrou em contato com o JP Agora para desmentir a história e, ainda, acusou o pai da garotinha de ter inventado toda a narrativa para prejudicá-lo. Na ocasião, Marcos Vinicius garantiu que o exame conseguiria provar que não houve estupro.
Então, nesta semana, o JP Agora apurou, com exclusividade, que o laudo de violência sexual realizado na criança apontou que o hímen não foi rompido, o que impediu que se chegasse a uma conclusão definitiva se houve ou não conjunção carnal. Em razão disso, a justiça indeferiu o pedido de prisão preventiva realizado pela autoridade policial.
Apesar da negativa da prisão preventiva, a justiça determinou medidas cautelares a serem cumpridas por Marcos Vinicius até o julgamento final do processo. O caso continuará sendo investigado pela Polícia Civil de João Pinheiro.
