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Após fumar todo crack, usuários brigam e mulher de 20 anos leva facada na virilha em João Pinheiro

Vítima foi socorrida pelo SAMU na Rua Cleber de Deus Vieira e encaminhada a Unidade Pronto Atendimento (UPA)

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Uma discussão por causa de pedras de crack terminou em agressão no bairro Itaipu, em João Pinheiro, na madrugada desta sexta-feira, 24 de julho. Uma mulher de 20 anos levou uma facada de raspão e precisou ser socorrida pelo SAMU. O suspeito, um homem de 35 anos, com várias passagens pela Polícia por furto, diversos roubos e ameaça, foi localizado pouco depois pela PM, assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado.

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Segundo informações, a briga teria acontecido por volta de 00:16. A Polícia foi acionada para dar apoio à equipe do SAMU, que já atendia a vítima na Rua Cleber de Deus Vieira. A jovem estava lúcida, com um pequeno corte na região da virilha e escoriações no braço esquerdo e na cara. Ela foi socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica.

Segundo informações, a vítima relatou que é usuária de crack e que estava fazendo uso da droga com o suspeito próximo ao CAIC, quando iniciaram uma discussão porque as drogas havia acabado. Segundo ela, o homem desferiu golpes usando uma faca pequena, atingindo-a de raspão, e depois deixou o local. Ela foi socorrida pelo SAMU. O suspeito, de 35 anos, foi localizado pela PM após diligências. O caso foi registrado como lesão corporal já que os dois tiveram lesões múltuas.

Na versão do suspeito, ele também confirmou não ter relacionamento afetivo com a mulher e afirmou que ambos se encontraram para fazer uso de drogas. Segundo o homem, a discussão começou porque o crack havia acabado e a vítima teria arremessado pedras contra ele primeiro, embora ele também admita ter jogado pedras nela durante o desentendimento. Ele negou possuir faca e afirmou ter testemunhas do ocorrido, sem citar nomes. Disse ainda que os fatos aconteceram na Cracolândia, e não perto do CAIC, como relatou a vítima.

Todos os dois foram liberadas após o registro da ocorrência e a assinatura do TCO.

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