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Dupla acusada de tráfico via “delivery” em João Pinheiro é inocentada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais

Abordagem aconteceu em julho de 2020 próximo ao Cláudio Hotel

Publicado em

Dois pinheirenses que foram acusados de tráfico depois que foram flagrados com uma porção de maconha e substância análoga à cocaína no dia 29 de julho de 2020 foram absolvidos pelo TJMG após apresentação de recurso, que acolheu a tese defensiva de ausência de autoria e materialidade do crime de tráfico de entorpecentes.

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À época da prisão, o JP Agora noticiou o caso. Reginaldo Sousa de Melo, vulgarmente conhecido como Batata, e Bryan Felipe Martins da Silva foram abordados pela Polícia Militar após denúncias anônimas apontarem que os dois estavam vendendo drogas via delivery. Bryan conduzia seu táxi e Reginaldo era o passageiro.

Realizada busca pessoal, os militares encontraram, em poder de Reginaldo, quatro papelotes de substância muito semelhante à cocaína e R$485,00 (quatrocentos e oitenta e cinco reais em dinheiro). Com Bryan, nada foi encontrado, mas os policiais foram até sua residência e encontrara, por lá, um tablete de maconha de 5,45 gramas. Então, ambos foram denunciados por tráfico de drogas.

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Durante a instrução processual, a dupla negou o crime. Realizada a perícia na substância encontrada, supostamente cocaína, concluiu-se que, na verdade, se tratava de ácido bórico. Como tal elemento químico é comumente utilizado no refino da cocaína, a justiça pinheirense considerou-a como sendo entorpecente e condenou a dupla pelo tráfico.

No entanto, interposto o recurso pelos advogados Iuri Furtado e Jamir Andrade, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais reformou a decisão de primeiro grau e reconheceu que, como a denúncia do Ministério Público apontava que a substância era cocaína, diante do resultado negativo do exame pericial, a materialidade do crime de tráfico restou prejudicada. Por conta disso e considerando que não foram produzidas outras provas apontando o envolvimento de Reginaldo com o tráfico, ele foi absolvido.

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Já quanto a Bryan, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais considerou seus argumentos de que não sabia que Reginaldo estava com a droga no bolso, assim como que desconhecia a origem da maconha encontrada em sua residência. Ao final do julgamento, o TJMG absolveu ambos os acusados de todas as acusações.

Comentários


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Jorge
15 dias atrás

Estelionato. Estavam vendendo droga falsa kkkk

Gabriel
15 dias atrás
Resposta para  Jorge

Malandro e malandro mané e mané 🎶

Justiça divina
15 dias atrás

Aprender a trabalhar justiça pinheirense pelo amor de Deus 🤣

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Revoltado
15 dias atrás

Incrível isso e o carro a justiça já devolveu pro coitado do dono que ficou em dificuldade por falta do veículo isso é um absurdo vc dá emprego as pessoas e ainda sai prejudicado.Dr Alisson ficou cem o veículo um tempão, não sei se já foi restituído o veículo para ele

Brasillll
15 dias atrás

Ta igual o LULA… Ainda tem quem acredita na inocência.. kkkkk BRASILLL PAÍS DA IMPUNIDADE

Verdade dolorida
13 dias atrás
Resposta para  Brasillll

Judiciário brasileiro cumprindo sua missão sagrada diaria de soltar bandidos. Em Joao Puteiro seria diferente?

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