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Indignação! Polícia alerta pais após adolescente dar vape a criança de 3 anos em João Pinheiro

Em entrevista ao JP Agora, o Tenente Marcos Silva revelou que a envolvida é prima e babá da vítima e filmou a cena

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O caso da criança incentivada a fumar um cigarro eletrônico (vape) e filmada em João Pinheiro ganhou desdobramentos gravíssimos um dia após a publicação. Em entrevista exclusiva ao JP Agora, o Tenente Marcos Silva, da Polícia Militar, trouxe detalhes sobre a ocorrência. Segundo o oficial, a principal envolvida, uma adolescente de 17 anos, exercia a função de babá da vítima, uma criança de apenas 3 anos. O Tenente destacou que a jovem, que também é prima da criança, agiu com total desrespeito à lei ao oferecer o dispositivo eletrônico e filmar a cena.

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O Tenente Marcos Silva enfatizou a indignação causada pela banalização do ato. “A gente percebe algo que, pelas próprias infratoras, as adolescentes achando o fato como algo simples e normal nos dias de hoje. E não é à toa que causou indignação de toda a população, porque é um fato gravíssimo”, pontuou o oficial da PM.

O JP Agora apurou que o padrão de comportamento inadequado não era isolado, uma segunda adolescente confessou ter oferecido bebida alcoólica (tipo ICE) à mesma criança em janeiro deste ano. Um dos pontos centrais da fala do Tenente foi o alerta direcionado aos pais e responsáveis sobre a responsabilização objetiva. “Você que é pai, fique atento, assuma o papel e o dever de cuidado que toda criança necessita. À medida que se omite esse dever, os pais podem responder pelo crime como se tivesse sido praticado por eles próprios”, advertiu o Tenente Marcos Silva. O nosso portal apurou que a mãe da criança alegou desconhecer os fatos até a publicação da reportagem.

As adolescentes envolvidas compareceram ao quartel da Polícia Militar acompanhadas de seus responsáveis, inicialmente com o intuito de registrar a ocorrência para exclusão da notícia divulgada. No entanto, diante da confissão dos atos, o registro foi formalizado e encaminhado à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar.

O JP Agora seguirá acompanhando o caso, que agora segue para o Ministério Público para as providências cabíveis conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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