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Polícia Militar apreende XRE 300 clonada na Ruralminas e conduz irmãos para a delegacia em João Pinheiro

A fraude foi descoberta após a PM confirmar que o veículo original estava na Bahia; o irmão mais velho alegou ter trocado a moto por dois carros usados

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A Polícia Militar de João Pinheiro apreendeu, na noite deste domingo (25), uma motocicleta Honda XRE 300 clonada durante uma operação na Ruralminas I. A ação resultou na condução de um adolescente de 17 anos e de seu irmão, de 21 anos, à delegacia, após a confirmação de que o veículo ostentava a placa de uma motocicleta original que se encontrava no estado da Bahia.

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Segundo apurado pelo JP Agora, a equipe da Patrulha de Operações realizava uma “Operação Batida Policial” quando avistou dois indivíduos em atitude suspeita na Avenida das Flores. Ao perceberem a aproximação da viatura, os suspeitos tentaram fugir, mudando repentinamente de direção e entrando em um lote particular. Os militares realizaram o acompanhamento visual e conseguiram abordar os envolvidos no interior do imóvel.

O condutor da motocicleta, um menor de 17 anos, pilotava o veículo de cor branca com placa de Feira de Santana (BA). Durante a inspeção técnica, os policiais notaram indícios claros de adulteração no chassi. Em uma diligência minuciosa, a PM conseguiu localizar e contatar o verdadeiro proprietário da motocicleta original na Bahia. O dono enviou uma fotografia do veículo real, comprovando que a moto abordada em João Pinheiro era, de fato, um clone.

O irmão do adolescente compareceu ao local e relatou aos militares que teria adquirido a motocicleta por meio de uma troca com um terceiro. Na negociação, ele teria entregue dois veículos VW Gol, avaliados em aproximadamente R$ 10 mil. Diante das evidências de crime de adulteração de sinal identificador, a motocicleta foi apreendida e removida para o pátio credenciado.

Os envolvidos foram encaminhados à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para exames de praxe e, posteriormente, levados à Delegacia de Polícia Civil para prestar esclarecimentos. O JP Agora tentou contato com a defesa dos envolvidos para que pudessem apresentar sua versão dos fatos, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem. O espaço segue aberto para manifestações.

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