A diretoria executiva da Bevap enviou uma nova nota à redação do JP Agora refutando, mais uma vez, os boatos de que a empresa passa por uma crise. No novo comunicado, os executivos destacam que vão fechar o ano contábil em 2022 com um dos melhores resultados da história.
Confira, a seguir, a íntegra da nota enviada à redação do JP Agora.
“A revisão da estrutura organizacional da Bevap faz parte de um processo natural e continuo de busca por eficiência em todas as áreas da empresa. São inverídicos e infundados os boatos que relacionam os ajustes que estão sendo feitos a uma eventual crise ou a um possível encerramento de atividades. Muito pelo contrário, a Bevap vai concluir o seu ano contábil em 30/03/22 com um dos melhores resultados de sua história. Isso em função dos preços elevados do açúcar no mercado externo ocorrido em 2021 e dos preços mais remuneradores do etanol, bem como, da alta disponibilidade de matéria-prima, que foi preservada da estiagem que assolou toda região centro-sul graças ao moderno sistema de irrigação.
O executivo completa que apesar dos resultados em 2021 os desafios em 2022 devido a fatores já mencionados na nota da empresa (aumento dos preços de todos os insumos, aumento das taxas de juros e outros) serão enormes e precisam ser compensados com o aumento da eficiência operacional em todas as áreas. Os ajustes estão sendo feitos em toda a empresa e a adequação de quadro (menos de 10 % do contingente total de colaboradores) é apenas uma das medidas.
O executivo que ocupou posições como Presidente e como membro de Conselhos de Administração em gigantes do setor como a Usina Coruripe, Zilor e Copersucar, classifica a Bevap como uma das melhores usinas do Brasil e como uma das referências do setor no tocante ao manejo de cana irrigada complementando que num prazo muito curto a empresa será vista com um dos referenciais em resultados operacionais, financeiros e principalmente em produtividade agrícola.
Finaliza dizendo que a Bevap será ainda maior e mais forte em 2022, com previsão de crescimento estimado de 10 % na moagem total de cana e de cerca de 20 % no faturamento líquido.”

