Uma mulher de 32 anos foi ameaçada de morte pelo próprio companheiro na noite desta quarta-feira, 20 de maio, no Santa Cruz II, em João Pinheiro. O motivo? Ele não aceita que ela trabalhe fora de casa. A vítima havia acabado de chegar de um dia de trabalho como diarista em uma fazenda quando foi recebida com ameaças pelo suspeito de 31 anos, com quem mantém união estável há cerca de dois anos.
Segundo apurado pelo JP Agora, as ameaças de morte e as agressões verbais e físicas são constantes e recorrentes. O que torna a situação ainda mais revoltante é que o suspeito não exerce nenhuma atividade, não contribui com as despesas da casa nem com o aluguel, mas exige que a companheira não trabalhe. A mulher relatou ainda que o comportamento agressivo do homem se estende às filhas dela e à sua mãe.
Durante as ameaças, a mãe da vítima, de 56 anos, tentou intervir para proteger a filha e foi injuriada pelo genro, que a chamou de “macumbeira” e “feiticeira”. O suspeito fugiu do local antes da chegada da guarnição e não foi localizado até o encerramento da ocorrência.
