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Lula volta à bancada do Jornal Nacional após 16 anos para ser sabatinado por Bonner e Renata

Petista chega para sua terceira entrevista como candidato no telejornal e novamente deve ter a corrupção no centro da discussão, mas seu antigo adversário hoje estará com ele

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta hoje à bancada do Jornal Nacional para ser sabatinado após 16 anos. Na última entrevista como candidato ao principal telejornal da TV brasileira, em 2006, seu adversário era justamente Geraldo Alckmin, hoje o vice em sua chapa. Nas redes sociais, Lula inclusive brincou com a situação e afirmou que hoje os dois irão “juntos até lá”.

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Em 2006, quando estava em sua busca pela reeleição, o petista foi entrevistado no Palácio da Alvorada. A regra só mudou após 2014, com a Globo exigindo a presença de eventuais candidatos à reeleição no estúdio.

Há 16 anos, os principais questionamentos ao ex-presidente foram sobre o escândalo do mensalão, que estourou um ano antes. O esquema consistia na compra de parlamentares por meio de repasses de propina, o que levou diversos deputados, líderes petistas e operadores à cadeia nos anos seguintes. Lula não foi réu no caso.

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Na época, em resposta, o então presidente afirmou que a Polícia Federal trabalhava de forma independente e condenou os aliados envolvidos na prática. “No nosso governo, a Polícia Federal vem trabalhando de forma excepcional para investigar essa denúncia. Eu lamento, profundamente, que companheiros tenham feito parte de algo como isso. Mas nós facilitamos para que tudo seja investigado. Facilitamos os trabalhos da CPI. Não conversei com nenhum deputado”, afirmou o ex-presidente.

O petista foi muito cobrado por não ter sido tão incisivo nem cobrado punição de aliados, em contraponto à defesa intransigente do combate à corrupção antes de chegar ao governo pela primeira vez. Lula respondeu que havia afastado os culpados mas que nunca defendeu punição sem que se prove a culpa.

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Quatro anos antes, quando disputou as eleições contra José Serra (PSDB), Lula também foi entrevistado pelo Jornal Nacional e o tema corrupção já estava na centralidade do debate. O partido sofria com denúncias de corrupção em prefeituras.

Na ocasião, porém, Lula tentou ser bem ameno e elogiou a cobertura participação de Fátima Bernardes, então uma das apresentadoras ao lado de William Bonner, na Copa do Mundo daquele ano. “Deixa eu te dar os parabéns pela grande representação que você fez da mulher brasieira na Copa do Mundo. Até então o futebol era só coisa de homem”, disse ao responder a primeira pergunta da entrevistadora.

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De lá para cá, muita coisa mudou. Após ajudar a eleger sua sucessora, sair do governo e ajudar a reelegê-la, o ex-presidente foi alvo da operação Lava Jato. Foi condenado em três instâncias e preso. Depois, teve a condenação anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou a 13ª Vara Federal de Curitiba incompetente para julgar o caso e concluiu que o então juiz Sergio Moro – que depois entraria formalmente para a política – teria sido parcial. Ainda preso, em 2018, Lula tentou participar da eleição.

Quando ocorreram as entrevistas do Jornal Nacional com os demais candidatos, ele ainda estava tentando disputar. Na sabatina com os concorrentes, o apresentador William Bonner ressaltou que, por estar preso, o ex-presidente não poderia participar. Agora, a Lava Jato deve ser o ponto central da entrevista dos jornalistas com o petista, devolvendo o tema corrupção para a sabatina como se deu nas duas idas de Lula ao Jornal Nacional.

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A sabatina de Lula no JN

O ex-presidente será entrevistado por 40 minutos, da mesma forma que se deu com o presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira (22) e o o pedetista Ciro Gomes na terça-feira (23). Na sexta-feira será a vez de Simone Tebet participar do programa. A ordem das entrevistas foi definida por sorteio.

FonteO Tempo

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