Suspeito de furtar vaca de fazenda apresenta versões contraditórias à PM em João Pinheiro

Ele não foi preso porque não havia mais flagrante

Na tarde do último sábado (26), a Polícia Militar de João Pinheiro registrou um furto de uma vaca de mais de 15 arrobas ocorrido no dia 16 de junho em uma propriedade rural de Cana Brava. Um suspeito foi qualificado, mas não chegou a ser preso porque não havia mais situação de flagrante.

A redação do JP Agora, depois de diligenciar junto a fontes no distrito, apurou que o fazendeiro, de 62 anos, notou que a vaca havia desaparecido no dia 16 de junho. No entanto, somente no dia 26, ele resolveu procurar a PM. A vítima, ao contar a história para os policiais, apontou um suspeito.

O homem que supostamente teria furtado o animal, segundo a versão apurada pelo JP Agora, teria ligado para a vítima nos dias próximos ao dia do desaparecimento da vaca questionando se ele estaria na fazenda. Dias depois, quando o animal já havia sumido, o indivíduo estaria agindo de forma suspeita, dizendo à vítima que a vaca provavelmente estaria perdida.

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Por conta dos indícios apresentados pelo fazendeiro, os policiais militares foram atrás do suspeito. Antes de encontrá-lo, os militares conversaram com a sogra do indivíduo, que confirmou ter comprado carne do genro na semana anterior, mas disse que a carne era de origem lícita.

Mais tarde, o suspeito foi encontrado. Questionado, primeiramente ele disse para os policiais que comprou a vaca de um outro indivíduo porque ela havia quebrado uma das pernas durante um transporte realizado na região. No entanto, o suposto vendedor do animal negou a versão apresentada pelo suspeito.

O suspeito, então, disse à vítima que a carne que vendeu para sua sogra era oriunda de um animal que ele comprou de outro vendedor, de forma lícita. Contudo, mais uma vez, o segundo vendedor apontado desmentiu a versão apresentada pelo homem.

Todas as versões foram apresentadas para a polícia, que, apesar dos indícios de autoria, deixou de prender o suspeito em razão da inexistência de flagrante. O caso será levado à Polícia Civil para apuração.

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Abençoada por Deus.
5 meses atrás

Comeu parte da carne, lucrou com outa parte vendida e não pode ir pro xilindró . É bom demais ser bandido nesse país nosso. Comer carne tá mais fácil do que a gente pensa. AFF!

Irônico
5 meses atrás

Eita! Ninguém quer corroborar as mentiras do sujeito! ???

Lidiane
5 meses atrás

deve ser aluno do Grampao

Elair Maciel Campos
5 meses atrás

Engraçado que ninguém tem nome nessa história. Endivido, fazendeiro, sogra,vitima suspeito,amigo. Cade o nome do povo? kkkk

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