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Após trabalho de manejo, pombos procuram abrigo no prédio da Caixa de João Pinheiro

O procedimento foi realizado na E. E. Presidente Olegário, onde o problema dos pombos foi resolvido

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Depois de muita polêmica e preocupação com a saúde das crianças, a Escola Estadual Presidente Olegário realizou o trabalho de manejo dos pombos que estavam abrigados nos telhados do prédio. O serviço de desalojamento, no entanto, apenas transferiu o problema de endereço, já que as aves migraram para o prédio da Caixa Econômica Federal, fato que continua tirando o sossego da população. Entrevistamos Cosme Henrique, responsável pelo projeto, que explicou o que deve ser feito para que as aves abandonem de vez o Centro de João Pinheiro.

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Nesta quarta-feira (16), o JP Agora recebeu uma fotografia do alto do prédio da CEF. A imagem impressiona pela quantidade de pombos que ocuparam, enfileirados, praticamente a borda inteira da construção. Diante disso, cientes de que o trabalho de desalojamento já havia sido feito na E. E. Presidente Olegário, entramos em contato com Cosme Henrique, da Dedetizadora Federal, que realizou o projeto na escola e contou detalhes sobre o que deve ser feito para que o problema seja resolvido completamente.

Antes de mais nada, Cosme destacou a importância da lei que proíbe a alimentação das aves, principalmente nas praças do Banco do Brasil e da Igreja Matriz. “Se eles não recebem o alimento, são obrigados a caçar em outras localidades. Por isso, é muito importante que as pessoas parem de alimentar os pombos.”

A falta de alimento, no entanto, não é suficiente para acabar com os ninhos. Para isso, é preciso fazer o desalojamento das aves, trabalho que foi desenvolvido no Presidente Olegário e que conseguiu afastar de vez os pombos daquela localidade. Para afastar completamente a infestação do Centro, é preciso dar continuidade ao projeto, segundo destacou Cosme.

“Desalojamos eles. Isso faz parte do projeto que quero fazer para todo o município. Vai desalojando eles de um ponto para o outro até que eles chegam na zona rural. E não estamos muito distantes da zona rural. Estamos mais ou menos em um raio de 3 km, 4 km no máximo da zona rural. Na escola já está resolvido, aí eles procuram um outro ponto e vão descendo até chegarem na zona rural. Na Câmara Municipal mesmo também já foi resolvido. Aí eles foram para academia ao lado, para o prédio, alguns subiram para a Caixa Econômica.”

Segundo o responsável pela Dedetizadora Federal destacou que o trabalho requer empenho e paciência, já que os pombos ficam migrando seus abrigos de um lado para o outro até que cheguem na zona rural. “No chão da praça do Banco do Brasil está repleto de pombos no chão, nas muretinhas, nos bancos, mas na escola não tem mais abrigos.”

Cosme Henrique ressaltou, por fim, que já se colocou à disposição da Prefeitura de João Pinheiro para resolver o problema, mas nada ainda foi fechado oficialmente. O JP Agora seguirá acompanhando o caso.

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